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Projeto Fall Tips Brasil


Projeto de Prevenção de Quedas Hospitalares com foco no Engajamento do Paciente que acontece no Complexo Hospital de Clínicas da UFPR.

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Um estudo publicado em 2017 por Fylan B et al., foi realizado em dois hospitais no Reino Unido, com o objetivo de observar o envolvimento dos pacientes na gestão de medicamentos após a alta hospitalar. 

Em geral os pacientes puderam identificar alguns problemas neste sistema:

Tendo em vista esses obstáculos, os pacientes compartilharam dificuldades que vivenciaram e também estratégias que usam para lidar com tais falhas.

Algumas delas são:

Como é possível observar, o engajamento do paciente é fundamental em sua recuperação após alta, apontando falhas e melhorias existentes dentro do sistema. Assim, tanto o paciente quanto a equipe de saúde se beneficiam e proporcionam um cuidado melhor e mais seguro.

Referência: Fylan B, Armitage G, Naylor D et al (2017) A qualitative study of patient involvement in medicines management after hospital discharge: an under-recognised source of systems resilience. BMJ Quality & Safety. 27(7): 539-546. Disponível em: https://bradscholars.brad.ac.uk/bitstream/handle/10454/13380/Fylan_BMJ_Quality_Safety_Final.pdf;jsessionid=0AECA1E4998304CEA17693909FF5FF36?sequence=5


 

Um estudo publicado em 2019 por Radecki B et al. foi realizado em um centro de trauma no meio-oeste dos Estados Unidos. Este estudo teve como objetivo analisar a efetividade de uma ferramenta de avaliação de queda (PFAT) juntamente com o engajamento do paciente internado.

Como foi utilizado esta ferramenta?

O resultado:

Como podemos observar, a comunicação e o engajamento dos pacientes são vitais, e além disso, a implementação e testagem de novas ferramentas colabora para um melhor cuidado e avanços na área da saúde!

Referência: Radecki B, Keen A, Miller J, McClure JK, Kara A. Innovating Fall Safety: Engaging Patients as Experts. J Nurs Care Qual. 2020 Jul/Sep;35(3):220-226. doi: 10.1097/NCQ.0000000000000447. PMID: 32433144. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32433144/


Um estudo publicado em 2018, por Russ S et al., foi realizado em hospitais do serviço nacional de saúde do Reino Unido (NHS), com o objetivo de testar a efetividade do aplicativo “MySurgery” com pacientes cirúrgicos.

O aplicativo foi desenvolvido por uma equipe de saúde, com a intenção de capacitar os pacientes a contribuir na segurança de seus cuidados cirúrgicos. O app foi estruturado e dividido em 10 áreas de risco para segurança:
1- Preparação para cirurgia
2- Dados pessoais e consentimento
3- Higiene das mãos
4- Trombose venosa profunda
5- Quedas
6- Lesão por pressão
7- Medicamentos
8- Tratamento de feridas
9- Nutrição
10- Retorno para casa

Cada uma das áreas continha um passo a passo prático e dicas de ações que o paciente e o cuidador devem fazer. Tudo isso em uma linguagem simples e acessível. Em geral, a aderência e aprovação do aplicativo pelos pacientes foi boa, e os principais pontos positivos que relataram foram:

– Ótimo lembrete para coisas que precisavam fazer, o que contribuiu para se prepararem melhor para a cirurgia;
– Fácil de usar, navegar e entender;
– Muitos se sentiram mais confiantes e capazes de participar e conversar sobre seus cuidados, além de se sentirem mais proativos e menos estressados com consultas;
– Ganharam muito conhecimento, encorajando-os a cuidar melhor de si principalmente pós cirurgia;
– Redução da ansiedade e medo, fazendo com que se sentissem seguros e menos sozinhos.

Pôde-se observar que a tecnologia e a saúde funcionam muito bem juntas, além de que podem proporcionar um cuidado melhor e mais acessível ao paciente!

Referência: Russ S, Latif Z, Hazell A, Ogunmuyiwa H, Tapper J, Wachuku-King S, Sevdalis N,
Ocloo J A Smartphone App Designed to Empower Patients to Contribute Toward Safer Surgical
Care: Community-Based Evaluation Using a Participatory Approach JMIR Mhealth Uhealth
2020;8(1):e12859 Disponível em: https://mhealth.jmir.org/2020/1/e12859
DOI: 10.2196/12859


Um estudo publicado em 2010, por Sankaranarayanan J et al., foi realizado com pacientes em quimioterapia de um grande hospital regional da Suíça, com o objetivo de observar suas percepções sobre administração e segurança de medicações quimioterápicas.
Os participantes tiveram que responder à um questionário, enviado por e-mail, relacionado aos seguintes tópicos:

1- Se experienciaram, quais erros que houveram durante seu tratamento quimioterápico;
2- Suas preocupações com possíveis erros no tratamento;
3- Avaliação de risco e danos à saúde relacionados à um erro;
4- Frequência com que realizaram comportamentos específicos de segurança, no passado, quando recebiam o tratamento.

Resultados:
– Aproximadamente 16% dos pacientes já experienciaram erros no seu cuidado e 11% mostraram-se preocupados com erros;
– Os participantes relataram que acham que o risco de acontecerem erros é baixo, porém o risco de danos a partir de um erro é alto;
– Pacientes que já experienciaram erros, eram mais propensos a detectar erros específicos;
– Pacientes que presenciaram relações positivas ao conseguir ajudar na prevenção de erros, têm maior escolaridade e os que já perceberam risco de danos, são os mais propensos a relatar qualquer problema passado;
– Pacientes mais velhos e com grande confiança em relação às práticas de segurança da equipe, são menos propensos a relatar erros passados.

É notável que as percepções dos pacientes e seu engajamento são fundamentais, ajudando na efetividade e segurança do tratamento, além de diminuir a mortalidade e morbidade em relação ao gerenciamento do tratamento do câncer. Por isso, a aliança e troca de responsabilidades entre paciente e a equipe de saúde deve ser realizada sempre!

Referência: Sankaranarayanan J. Patient-reported perceptions and safety behaviors in chemotherapy administration. Expert Rev Pharmacoecon Outcomes Res. 2010 Oct;10(5):509-12. doi: 10.1586/erp.10.64. PMID: 20950066. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20950066/


Um estudo publicado em 2015, por Kullberg A et al., foi realizado no departamento de oncologia do hospital universitário de Karolinska, Suécia, e teve como objetivo observar a satisfação de pacientes oncológicos em relação ao seu atendimento e cuidados.

Os participantes tiveram que preencher um questionário avaliando os seguintes tópicos: 

E esses foram alguns dos resultados obtidos:

Como é possível observar, a qualidade da comunicação entre paciente e profissional da saúde são essenciais, e seu déficit pode ter impacto negativo sobre a segurança do paciente. Por isso, manter uma relação transparente e inclusiva com o paciente é de muita importância, deixando seu cuidado mais seguro e agradável.

Referência: Kullberg A, Sharp L, Johansson H, Bergenmar M. Information exchange in oncological inpatient care–patient satisfaction, participation, and safety. Eur J Oncol Nurs. 2015 Apr;19(2):142-7. doi: 10.1016/j.ejon.2014.10.005. Epub 2014 Oct 31. PMID: 25465771. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25465771/


Aprender com os erros é a chave para a segurança do paciente, uma maneira de aprender é por meio dos reportes de como os pacientes se sentem seguros no ambiente hospitalar.

PRASE foi desenvolvido justamente para isso!

Este sistema está sendo testado e estudado com vários pacientes dos hospitais do sistema nacional de saúde do Reino Unido (NHS), e vem mostrando resultados positivos! 

Você sabe o que é PRASE

PRASE (Patient Reporting and Action for a Safe Environment), que em português é Reporte e Ação do Paciente para um Ambiente Seguro, é um sistema feito para coletar feedback dos pacientes sobre o quão seguros se sentem enquanto estão no hospital. Desenvolvido para ajudar os profissionais da saúde a identificarem o que está dando certo e áreas que precisam ser melhoradas.

Como o feedback é coletado?

Referências 

PRASE. Improvement Academy, [s.d.].Our Resources. Disponível em: https://www.improvementacademy.org/tools-and-resources/patient-reporting-and-action-for-a-safe-environment.html

Sheard L, O’Hara J, Armitage G, Wright J, Cocks K, McEachan R, Watt I, Lawton R; Yorkshire Quality & Safety Research Group. Evaluating the PRASE patient safety intervention – a multi-centre, cluster trial with a qualitative process evaluation: study protocol for a randomised controlled trial. Trials. 2014 Oct 29;15:420. doi: 10.1186/1745-6215-15-420. Erratum in: Trials. 2016 Dec 20;17 (1):605. PMID: 25354689; PMCID: PMC4229607. 

Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25354689/

Créditos: @aline_saemi


Um estudo publicado em 2019, por Lavallee D et al., foi realizado em centros de internamento de pacientes com insuficiência cardíaca avançada da Universidade de Washington, e teve como objetivo testar um modelo de IPCP (prática interprofissional colaborativa) centrado no cuidado do paciente.

Algumas das características e acontecimentos  deste projeto:

Podemos notar que a inovação e pesquisa de meios de engajamento do paciente e seus familiares no seu cuidado é crucial para evitar negligências e melhorar o atendimento, com isso, é necessário que haja constante atenção neste tema tão importante!

Referência: Lavallee DC, Blakeney EA, Yu Y, Johnson R, Liner DA, Murphy NL, Pambianco SB, Paquet R, Spacciante L, Woodard NY, Zierler BK. Engaging patients and families to transform heart failure care. J Interprof Care. 2020 Nov-Dec;34(6):835-838. doi: 10.1080/13561820.2019.1696286. Epub 2019 Dec 12. PMID: 31829762. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31829762/

Créditos: aline_saemi


Com o avanço da tecnologia, novas ferramentas de cuidado estão sendo cada vez mais exploradas e criadas ao redor do mundo, criando mais vínculos para que o paciente engaje-se em seu cuidado. 

Créditos: @aline_saemi


A testagem de novas ferramentas nos diversos setores da saúde é muito importante, e apesar de os resultados não saírem sempre como o esperado, são de essencialidade para avaliação dos pontos positivos e negativos de cada pesquisa, com isso são implementadas melhorias e consequentemente avanços na ciência.

Créditos: @aline_saemi


O avanço da idade está associado a maiores erros medicamentosos com pacientes internados, e o engajamento do paciente é uma estratégia para evitar esses problemas.

 

Em um estudo publicado em 2021 por Tobiano G., Chaboyer W., Dornan G et al., teve como objetivo analisar a percepção de pacientes mais velhos internados em um hospital da Austrália sobre comportamentos de segurança de medicamentos.

Foi utilizado um questionário com a escala de envolvimento do paciente internado na segurança de medicamentos (IMSIS). 

 

E esse foram alguns dos resultados: 

 

▶️ 59,5% relataram desejo de fazer perguntas

▶️ 86,5% contatou os profissionais de saúde sobre um medicamento errado

▶️ 87,0% contatou o profissional de saúde sobre o esquecimento de um medicamento

▶ ️ Pacientes mais jovens foram os que mais notificaram erros de medicação.

 

Podemos concluir que pacientes idosos estão dispostos a adotar comportamentos de segurança de medicamentos, e os profissionais de saúde e instituições precisam aderir esse engajamento em prol de reduzir danos, proporcionando um cuidado mais seguro. 👵👴

 

REFERÊNCIAS 

Tobiano G, Chaboyer W, Dornan G, Teasdale T, Manias E. Older patients’ engagement in hospital medication safety behaviours. Aging Clin Exp Res. 2021 May 4. doi: 10.1007/s40520-021-01866-3. Epub ahead of print. PMID: 33945114. Disponível em: 

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33945114/

 

Créditos: @aline_saemi


Intervenções de feedback (feedback é um retorno positivo ou negativo sobre alguma situação, servindo como uma certa avaliação) do paciente estão cada vez ganhando mais atenção e mostrando seu potencial na melhora do cuidado. Porém, a percepção da utilidade destas intervenções por parte dos profissionais da atenção primária tem se mostrado muito escassa.

 

Em um estudo publicado em 2020 por Ripoll M., Ripoll J., Vozmediano E. et al., teve como objetivo explorar percepções, opiniões e sugestões dos profissionais da atenção primária sobre uma ferramenta de intervenção de feedback que está sendo construída para a melhora da segurança do paciente em centros de atenção primária da Espanha.

 

Os dados foram coletados por meio de entrevistas gravadas e após transcritas. Os resultados foram estes:

 

  1. baixa cultura de segurança do paciente
  2. baixa orientação de cuidado centrado no paciente                                                          
  3. credibilidade limitada dos dados de feedback do paciente
  4. Recomendações para a melhora da ferramenta de intervenção nas seguintes áreas: coleta e análise de dados de feedback, exibição do feedback; entrega do feedback, implementação de iniciativas de melhoria da segurança.                                                                                     

Percebe-se que mesmo com a maioria dos profissionais tendo percepções positivas sobre ferramentas de feedback, muitos não perceberam a utilidade. Por isso, é importante que este tema seja cada vez mais conhecido entre os profissionais da saúde, para que então a cultura de segurança do paciente seja mais disseminada.

 

Referência:

Ripoll M., Ripoll J., Vozmediano E., Llobera J., Fiol-deRoque M., Cabello I. Exploring primary health care professionals’ perceptions about a patient feedback intervention to improve patient safety in Spanish primary health care centres: a qualitative study, Family Practice, Volume 37, Issue 6, December 2020, Pages 821–827, https://doi.org/10.1093/fampra/cmaa051

Disponível em: https://academic.oup.com/fampra/article-abstract/37/6/821/5840419?redirectedFrom=fulltext

 

Créditos: @aline_saemi


Em um estudo publicado em 2020 por Tomlinson J., et al., teve como objetivo explorar as experiências de pacientes mais velhos e suas famílias sobre o gerenciamento de medicamentos após alta hospitalar. 

 

Foram realizadas entrevistas nas casas dos participantes 2 semanas após receberem alta. Esses foram os resultados:

 

✅ As conversas entre os participantes e os profissionais de saúde sobre as mudanças nos medicamentos, muitas vezes careciam de detalhes, o que atrapalhava no conhecimento e na capacidade de gerenciar medicamentos de alguns participantes.  

 

✅ Os participantes usaram várias estratégias para melhorar a gestão de medicamentos pós-alta, como a criação de um checklist de administração de medicamentos e busca de aconselhamento ou apoio na atenção primária para garantir que os medicamentos fossem fornecidos no prazo.  

 

Observa-se que a carência de uma boa comunicação com o paciente pode prejudicar a sua qualidade de vida. Também, engajar o paciente durante e após seus cuidados hospitalares, é uma ótima maneira de evitar erros. 

 

Referência: Tomlinson J, Silcock J, Smith H, Karban K, Fylan B. Post-discharge medicines management: the experiences, perceptions and roles of older people and their family carers. Health Expect. 2020 Dec;23(6):1603-1613. doi: 10.1111/hex.13145. Epub 2020 Oct 16. PMID: 33063445; PMCID: PMC7752204. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33063445/

 

Créditos: @aline_saemi

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Em um estudo publicado em 2021 por Stephanie W. Ong, Sarbjit V. Jassal, Eveline C. Porter et al., teve como objetivo comparar a eficácia de dois aplicativos de smartphone (eKidneyCare e MyMedRec). Os aplicativos foram projetados para melhorar a segurança do paciente renal crônico na administração de medicamentos fora do hospital, visto que foi observada maior taxa de acidentes no ambiente domiciliar. Alguns destes acidentes estavam relacionados a erros de prescrição, má qualidade da comunicação entre paciente e profissionais da saúde, erros de monitoramento e até mesmo problemas com pacientes alterando ou parando seus tratamentos por conta própria, sem consultar a equipe clínica. Visto isso, foram escolhidos estes dois aplicativos para o estudo. O eKidneyCare incluía um recurso no qual os pacientes poderiam revisar os medicamentos mensalmente e relatar alterações, acréscimos ou problemas de medicação aos médicos para reconciliação e intervenção precoce. Já o aplicativo MyMedRec disponibilizava o armazenamento de informações sobre seus medicamentos e outras informações de saúde que podiam ser compartilhadas com seus cuidadores.

 

Após um ano de uso dos aplicativos, estes foram os resultados obtidos:

 

✅ O aplicativo eKidneyCare mostrou menos acidentes em relação à medicamentos, em relação ao MyMedRec;

 

✅ O eKidneyCare também reduziu a gravidade dos acidentes de medicação clinicamente relevantes em todas as categorias, incluindo aquelas com potencial de causar danos graves;

 

✅ Os dados de uso revelaram que 72% dos pacientes que utilizaram o eKidneyCare completaram uma ou mais revisões de medicação por mês, enquanto apenas 30% dos pacientes no grupo MyMedRec mantiveram o uso do aplicativo em seus telefones.

 

Concluiu-se então que o aplicativo eKidneyCare reduziu significativamente a taxa de gravidade dos acidentes relacionados a medicações em pacientes de alto risco e com doença renal crônica, mostrando que a tecnologia e o engajamento do paciente podem ser grandes aliados na segurança do cuidado e qualidade de vida.

 

Referência: Ong SW, Jassal SV, Porter EC, Min KK, Uddin A, Cafazzo JA, Rac VE, Tomlinson G, Logan AG. Digital Applications Targeting Medication Safety in Ambulatory High-Risk CKD Patients: Randomized Controlled Clinical Trial. Clin J Am Soc Nephrol. 2021 Apr 7;16(4):532-542. doi: 10.2215/CJN.15020920. Epub 2021 Mar 18. PMID: 33737321; PMCID: PMC8092059.

 

Créditos: @aline_saemi


Em um artigo publicado em 2021 por Chegini. Z e Islam. S. M. S, teve como objetivo criar um esquema  sobre o  patient engagement in patient safety (PEPS), que em português é engajamento do paciente na segurança do paciente, por meio do método dolphin, que consiste em uma forma eficaz de verificar a opinião majoritária de um grupo de especialistas sobre certo assunto.

 

Por meio de um questionário digital,  os participantes (acadêmicos de cursos da saúde e especialistas no assunto) classificaram em uma escala de 5 pontos a clareza, validade e a aplicabilidade de diversos itens relacionados a 3 dimensões do cuidado: paciente, profissionais da saúde  e sistema de saúde. 

 

Como resultado foi montado um esquema sobre PEPS onde os 3 pilares sobre o engajamento do paciente, decididos pelos participantes, foram: 

  1. empoderamento do paciente
  2. comunicação efetiva
  3. centralização do paciente 

 

Pode-se concluir que o desenvolvimento da estrutura PEPS foi um estímulo para repensar e  fortalecer os recursos humanos para os serviços de saúde, manter a qualidade no cuidado e refletir sobre o papel do paciente nele.

 

Referência:

Chegini Z, Shariful Islam SM. Expert perspectives on the active role of patients in their safety: Toward a framework using Delphi methodology. Nurs Forum. 2021 Jul;56(3):490-499. doi: 10.1111/nuf.12567. Epub 2021 Mar 4. PMID: 33665821. disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33665821/


 

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