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Produção de conteúdo Saúde nas Mídias


Telessaúde

 

Créditos: Isabella Fusculim, acadêmica de enfermagem e bolsista de extensão

Cuidado Baseado em Forças

 

Créditos: Isabella Fusculim, acadêmica de enfermagem e bolsista de extensão


Cuidados aos Idosos em tempos de Isolamento Social

 

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Domingo  (26-07) foi dia dos avós, você sabe como ajudar os idosos em isolamento social?

Para envelhecer saudável, o idoso precisa se sentir integrado e ter participação social, seja com a família, cuidadores ou amigos. Por serem grupo de risco para a Covid 19 os idosos estão se vendo obrigados a ter um distanciamento social, o que pode aumentar a solidão, o desamparo e uma sensação de exclusão da família e da sociedade, além disso, o idoso pode ter sentimentos de medo, preocupação e ansiedade.

Mas, estar em distanciamento social não significa que o idoso permaneça em casa sem fazer nada, muitas atividades que trazem benefícios físicos, emocionais e sociais podem ser feitas.

Não esquecendo de respeitar as vontades e preferências do idoso, pode incluir atividades de alongamento, dança, leitura, escrita, jogos, música, restauração de objetos, pintura, desenho, organização de fotos antigas, tudo de preferência dentro do espaço da casa do idoso, a conversa diária por telefone e a conversa mantendo a distância necessária, sendo no jardim ou na calçada, evitando visita domiciliar, onde se entra nas peças internas da casa da pessoa.

Os profissionais da saúde especializados em gerontologia podem ajudar a organizar a vida e a rotina do idoso nesse tempo de pandemia e isolamento social.

Texto e arte: Alessandra Larissa de Oliveira, acadêmica de TO e bolsista de extensão.

Referência:
ARGENTA, Carla et al. Distanciamento social do idoso saudável durante a pandemia Covid-19:
Possibilidades e Desafios. Associação Brasileira de Enfermagem. ABen/DCEG. Enfermagem
gerontológica no cuidado do idoso em tempo da COVID 19 p. 5-11 (Série enfermagem e pandemias)
Brasília, DF, 2020. Disponível em: http://www.abennacional.org.br/site/wp-content/uploads/2020/05/E-BOOK-GERONTO.pdf

 


O que é Divulgação Científica

 

Créditos: Isabella Fusculim, acadêmica de enfermagem e bolsista de extensão

 


Semana Mundial do Aleitamento Materno

 

 

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão

 


Fake News

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Vacinação e as fake news

 

As fake News sobre vacina iniciaram em 1998, quando um ex-médico Andrew Wakefield divulgou um estudo fraudulento, no qual afirmava que a vacina tríplice viral era a causa de autismo no desenvolvimento da criança.

Depois de algum tempo, foi descoberto que Wakefield estava enganado, ele foi condenado a fazer uma retratação pública e teve sua licença caçada, porém, o assunto já estava tão difundido, que muitos pais já haviam deixado de vacinar seus filhos, essa atitude acabou contribuindo para uma epidemia de sarampo, causando muitas internações e mortes.

Mesmo com o estudo de Wakefield sendo refutado e com várias campanhas de conscientização e imunização, o movimento anti-vacina se popularizou durante anos.

Atualmente, podemos dizer que as mídias sociais são os principais meios onde se divulgam e compartilham fake News sobre imunização. No Brasil, estamos enfrentando a volta de doenças erradicadas na década de 90, como o sarampo, a poliomielite e a febre amarela, por conta da diminuição de indivíduos sendo imunizados a cada ano.

Aqui no Saúde nas Mídias, vamos trazer estudos que comprovam que não existe relação entre a vacinação e o autismo, além de mostrar como funciona a vacina e por quais etapas ela tem que passar até chegar na pessoa que será imunizada.

Referência:
SARAIVA, Luiza J. C. DE FARIA, Joana Frantz. A Ciência e a Mídia: A propagação de Fake News e sua relação com o movimento anti-vacina no Brasil. Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, 42º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Belém, 2019. Disponível em: https://portalintercom.org.br/anais/nacional2019/resumos/R14-1653-1.pdf

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


A infodemia e a desinformação contra a COVID-19

Com a pandemia da COVID-19 🦠, muitas informações de diversas fontes são divulgadas a todo momento. Com esse grande volume de novas informações, torna-se difícil encontrar fontes confiáveis e seguras. Esse fenômeno foi definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia ✳️. Ou seja, a infodemia nada mais é do que uma ‘’epidemia de informações’’ relacionadas a um determinado assunto, o que acaba por contribuir para a desinformação e manipulação dessas informações.

No contexto da pandemia atual e com a facilidade de acesso à Internet, a busca por novas informações referente ao assunto é cada vez mais comum. São informações produzidas o tempo todo e compartilhadas com bilhões de pessoas ao redor do mundo. Mas, quantas dessas informações realmente são verdadeiras? Certamente, apenas algumas…

Acompanhada da infodemia ✳️ temos uma onda de desinformação, com informações falsas e imprecisas. Parte dessas informações pode ser baseada em teorias conspiratórias e divulgadas com o objetivo de enganar, afetando diretamente a vida e a saúde da população que as consome.

A OMS atua no combate à divulgação de informações falsas, via Rede de Informações sobre Epidemias, contando com uma equipe que identifica boatos em conjunto com as mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, entre outras). Desta forma, as informações falsas são excluídas. A OMS ainda compartilha recomendações e informações atualizadas de fácil compreensão, provenientes de fontes confiáveis.

Compartilhe informações com responsabilidade, busque fontes seguras, atente às datas de publicações e denuncie as notícias falsas, assim, evitamos a propagação das ‘’fake news’’ ❌ e combatemos à infodemia ✳️.

Saiba mais:
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Entenda a infodemia e a desinformação na luta contra a COVID-19. Disponível em: https://iris.paho.org/handle/10665.2/52054. Acesso em: 14 ago. 2020.

Créditos: Rayane Camargo, bolsista de extensão.

 


A relação entre vacinas e o transtorno espectro autista

 

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Anatomia das Fake News

 

 

   

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Metodologia Científica

 

   

     

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Tipos de Pesquisa

 

   

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Quais são as etapas de produção de uma vacina?

 

   

   

   

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.

Fontes de auxílio à pesquisa

 

 

   

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Prevenção ao suicídio

 

         Todos os anos, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio no mundo e um número ainda maior de indivíduos tenta tirar a própria vida. O suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, segundo dados da OMS. Ainda que o tema seja considerado tabu, trata-se de um grave problema de saúde pública. Pensando nisso, em 2015, criou-se o ‘’Setembro Amarelo’’, uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em parceria com Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria, que busca estimular a prevenção ao suicídio e sensibilizar a sociedade para tratar o assunto com responsabilidade.
        A divulgação de prevenção ao suicídio deve estar focada na ideia que é possível encontrar apoio e suporte nos momentos de maior dificuldade. Uma das instituições pioneiras nesse trabalho no Brasil é o CVV, que presta serviço voluntário e gratuito de prevenção ao suicídio e apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo e anonimato.
        Desde 2006, o Ministério da Saúde trabalha com a implantação de medidas para a prevenção ao suicídio, como a criação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para pessoas com sofrimento ou transtornos mentais, que atua diretamente na Atenção Básica. Em 2014, tentativas de suicídio e suicídios entraram para a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, o que revela a necessidade de acionamento imediato da rede de atenção para adoção de medidas em cada caso. Através de um curso EAD, promovido em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, quase 2000 profissionais da saúde do SUS foram certificados em Crise e Urgência em Saúde Mental.
         Os estados brasileiros também adotam medidas independentes, como o projeto ‘’Vidas Preservadas’’, uma iniciativa do Ministério Público do Estado do Ceará, que trabalha no fortalecimento de políticas públicas para a promoção de saúde mental. Além de promover campanhas e seminários de prevenção ao suicídio, as ações também incluem capacitação de professores, profissionais da saúde e jornalistas a abordar o tema de forma responsável.
         A atenção e o debate do tema também estão presentes nas instituições de ensino. Como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que durante todo o mês de setembro propõe ações e atividades através da rádio e TV da universidade sobre cuidados a saúde mental para os servidores e alunos. Aqui, na Universidade Federal do Paraná, foram desenvolvidas diversas atividades para a ‘’Temporada Amarela’’, com lives, oficinas e rodas de conversa, para comunidade acadêmica e externa.

         Você não está sozinho e pode buscar ajuda em diversas redes de apoio:

– CVV (188 ou https://www.cvv.org.br/)
– Serviços de Saúde (CAPS e Unidades Básicas)
– Emergência (SAMU 192, UPAs e pronto socorros)

Lembre-se: você é importante!

 

Referências:

– CVV – Centro de Valorização da Vida. Disponível em: https://www.cvv.org.br/. Acesso em 10/09/2020
– UFRGS. Prevenção é o foco da campanha Setembro Amarelo na UFRGS. Disponível em: http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/prevencao-e-o-foco-da-campanha-setembro-amarelo-na-ufrgs. Acesso em: 03 set. 2020.
– MPCE. Conheça o Vidas Preservadas. Disponível em: http://www.mpce.mp.br/caopije/projetos/vidas-preservadas/conheca-vidas-preservadas/. Acesso em: 10 set. 2020
– BRASIL. Ministério da Saúde. Prevenção do suicídio: sinais para agir. Brasília: [https://saude.gov.br/saude-de-a-z/suicidio], 2020.
– UFPR. UFPR ConVIDA: temporada amarela. Temporada Amarela. Disponível em: http://convida.ufpr.br/portal/2020-temporada-amarela/. Acesso em: 10 set. 2020.

Créditos: Rayane Pontes Camargo, bolsista de extensão.


CVV – Centro de Valorização da Vida

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Como funciona a pesquisa clínica?

 

   

 

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Protocolos de Pesquisa

Para uma pessoa participar de pesquisas ou estudos sendo o indivíduo que será pesquisado, deve ter os critérios exigidos no protocolo de pesquisa e concordar com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Esse documento deve ser assinado e rubricado pelo participante da pesquisa, ou seu responsável legal, e, caso seja impossibilitado de assinar, deve-se colocar a impressão digital na linha de assinatura.
Desde 1947, o código de Nüremberg torna obrigatória a apresentação do consentimento voluntário aos participantes das pesquisas. No Brasil, a norma vigente está na Resolução CONEP 466/2012, baseada no Código de Nüremberg (1947), na Declaração Universal dos Direitos do Humanos (1948), em todas as versões da Declaração de Helsinque, entre outros documentos internacionais que são reflexo da necessidade de resguardar a participação das pessoas nas pesquisas científicas e tecnológicas.

Segundo o artigo IV da Resolução 466/12, o TCLE deve ser criado pelo pesquisador em uma linguagem fácil e acessível ao entendimento do participante e, antes de entregá-lo, precisa ser aprovado por um Comitê de Ética em Pesquisa, e deve ter os seguintes itens:
1. Justificativa, objetivos e procedimentos a serem utilizados na pesquisa
2. Os riscos, desconfortos e benefícios esperados
3. Os métodos alternativos existentes ao proposto
4. O acompanhamento, a assistência e os responsáveis pela pesquisa
5. O compromisso de esclarecimentos sobre a metodologia, antes e durante a pesquisa, informando a possibilidade de inclusão em grupos placebo
6. A possibilidade da pessoa se recusar ou retirar o consentimento em qualquer fase da pesquisa, sem penalização ou prejuízo
7. Garantia do sigilo, assegurando a privacidade das pessoas participantes
8. Se haverá ressarcimento de despesas por conta da participação na pesquisa
9. Se haverá indenização diante de eventuais danos resultantes da pesquisa

Referências:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Faculdade de Ciências Médicas. Centro de Pesquisa Clínica. Disponível em: <https://www.fcm.unicamp.br/fcm/cpc-centro-de-pesquisa-clinica/pesquisa-clinica>
BRASIL, Ministério da Saúde. Resolução nº 466 de 12 de dezembro de 2012.

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Setembro Verde – Transplante de Órgãos

 

   

   

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Enfermeiros e Terapeutas Ocupacionais na Saúde Mental

 

O Saúde nas Mídias é um projeto do Departamento de Enfermagem da UFPR, mas temos uma bolsista da Terapia Ocupacional, a @alelari que elaborou este texto sobre nossa prática profissional na área da Saúde Mental:

Os cuidados da saúde mental no Brasil são pautados na reabilitação psicossocial, ou seja, promover o protagonismo do indivíduo para que ele exerça os seus direitos de cidadania. Portanto, são realizadas intervenções nos campos de trabalho, habitação, educação, cultura, saúde e outros, para gerar possibilidades de projetos para a vida da pessoa.

Para abranger todos esses campos, o tratamento é multiprofissional, ou seja, ele vai além do psicólogo e do psiquiatra, existem outros profissionais especializados que podem auxiliar nas necessidades da pessoa em relação a saúde mental, nesse texto citaremos brevemente a importância do Enfermeiro e do Terapeuta Ocupacional.

O enfermeiro em saúde mental cuida do bem-estar, equilíbrio e autoconhecimento das pessoas, potencializando a essência do indivíduo. Através da escuta qualificada, ele entende os sintomas do paciente e também a demanda dos familiares, acolhe e identifica, através da comunicação terapêutica, as proporções cognitivo-afetivas, emocionais, culturais, valores, sentimentos, expressões de realidade, entre outros, que precisem ser percebidos e trabalhados pela equipe de saúde.

O terapeuta ocupacional é um profissional que pode prevenir, tratar e reabilitar pessoas com algum transtorno mental, tendo como objetivo a inclusão social, a autonomia e a singularidade do sujeito.
Através de atividades significativas para a pessoa, o terapeuta contribui para a construção de sentido pessoal/existencial/de vida, produzindo o valor social daquele sujeito, além disso, colabora também na organização do cotidiano, viabilizando a autonomia e independência do indivíduo.

Referências:
BRASIL, Ministério da Saúde. Estratégias de Reabilitação Psicossocial. Brasília, DF, 2017. Disponível em: <https://www.saude.gov.br/artigos/852-profissional-e-gestor/41060-estrategias-de-reabilitacao-psicossocial>
MORATO, Giovana Garcia; LUSSI, Isabela Aparecida de Oliveira. Contribuições da perspectiva de Reabilitação Psicossocial para a terapia ocupacional no campo da saúde mental. Caderno Brasileiro de Terapia Ocupacional, São Carlos , v. 26, n. 4, p. 943-951, dez. 2018 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2526-89102018000400943&lng=pt&nrm=iso>
TAVARES, Cláudia Mara de Melo et al . Competências específicas do enfermeiro de saúde mental enfatizadas no ensino de graduação em enfermagem. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto , n. spe4, p. 25-32, out. 2016 . Disponível em: <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1647-21602016000400004&lng=pt&nrm=iso>.

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Outubro rosa e o câncer de mama

 

O Instituto Nacional do Câncer estima que, em 2020, haverá um aumento de mais de 60 mil casos de câncer de mama no Brasil. O câncer de mama é resultado da multiplicação desordenada de células da mama, gerando células anormais capazes de invadir outros tecidos e formar tumores. Existem vários tipos de câncer de mama.Por isso, a doença pode apresentar evoluções diferentes, podendo ser de forma rápida ou lenta.
Os sintomas podem ser percebidos nas fases iniciais através da palpação de nódulo fixo e indolor na mama e da visualização da pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com uma casca de laranja, alterações no mamilo, pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço e saída de líquido anormal pelos mamilos.
A investigação dos sintomas é realizada por meio do exame clínico e exames de imagem, como a mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. No entanto, a confirmação é feita por meio de uma punção da mama (biópsia), retirando um pedaço do nódulo, ou da lesão, para análise e diagnóstico pelo patologista.
Existem diferentes tratamentos para o câncer de mama, que serão indicados conforme a fase em que a doença se encontra e do tipo do tumor, podendo ser cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica. Todos os atendimentos e tratamentos podem ser realizados pelo SUS.

Referência:
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Instituto Nacional de Câncer. Tipos de Câncer: Câncer de Mama. Brasília, DF, 2020. Disponível em: <https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-mama>

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Ações da UFPR durante a pandemia

 

Créditos: Rayane Jeronimo Pontes Camargo, bolsista de extensão.


Como lavar as mãos corretamente?

 

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


13 de Outubro: Dia do Terapeuta Ocupacional

 

O terapeuta ocupacional é um profissional da área da saúde e da área social, que promove a prevenção, o tratamento e a reabilitação de pessoas através da atividade humana. Sua intervenção é voltada para o indivíduo e para o seu grupo social, por meio do fazer afetivo, relacional, material e produtivo. O terapeuta ocupacional amplia o campo de ação, aprimora o desempenho, desenvolve autonomia e melhora a participação social do indivíduo.
Esse profissional é habilitado para avaliar e identificar alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psicomotoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos ou de doenças adquiridas. Considerando faixa etária, desenvolvimento da formação pessoal, familiar e social, o T.O. realiza um projeto terapêutico favorecendo o desenvolvimento das capacidades, melhorando o estado psicológico, social, laborativo e de lazer, aumentando a qualidade de vida da pessoa.
As atividades do terapeuta ocupacional estendem-se por vários campos das ciências da saúde e sociais, tendo as seguintes especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO): acupuntura, contextos hospitalares, contextos sociais, contexto escolar, gerontologia, saúde da família e saúde mental.
Procure um terapeuta ocupacional quando não tiver motivação para participar ou realizar atividades cotidianas, quando a memória começar a falhar, quando o estresse dificultar o seu desempenho, quando a criança tiver dificuldades nos seus afazeres, quando a dor ou acidente inviabilizar seus movimentos, quando ficar impedido de realizar uma tarefa simples, quando necessitar ampliar ou aprimorar seu cotidiano, seu desempenho e sua participação na comunidade. Em suma, quando desejar melhorar sua qualidade de vida.

Referências:
COFFITO, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Definição de Terapia Ocupacional. Brasília, DF.  Disponível em: <https://www.coffito.gov.br/nsite/?page_id=3382>
COFFITO, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Especialidades da Terapia Ocupacional. Brasília, DF. Disponível em: <https://www.coffito.gov.br/nsite/?page_id=3390>
CREFITO-10, Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 10ª Região. Quando procurar um Terapeuta Ocupacional? Florianópolis, SC. Disponível em: <http://www.crefito10.org.br/conteudo.jsp?idc=1810>

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Homens também podem ter câncer de mama!

 

Homens também podem ter câncer de mama. Apesar de raro, representam 1% de todos os casos e 0,1% da mortalidade de câncer que acometem os homens. Alguns estudos demonstram um aumento na incidência desses tumores em homens. A apresentação da doença mais comum é o nódulo mamário, seguido do edema (aumento do volume das mamas); sendo que, quanto mais próximo do mamilo, pior será o prognóstico, porque na região mamilar existe menos parênquima.
Por conta da raridade e dificuldade de discussão sobre o tema entre os homens, o diagnóstico e o tratamento ocorrem muitas vezes tardiamente. O tratamento é de acordo com o estágio da doença e pode ser único ou combinado com quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Na maioria das vezes, a mastectomia (retirada completa da mama) é indicada para os homens.
Os fatores de risco para os homens são iguais aos das mulheres: obesidade e sobrepeso, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica, exposição ao raio-x, histórico familiar de câncer de mama e alterações genéticas. Portanto, manter o peso corporal adequado, praticar atividade física e evitar consumo de bebidas alcoólicas e cigarro reduz o risco de câncer de mama.
Ao sinal de qualquer alteração ou caroço nas mamas ou na região das axilas, entre em contato com o profissional de saúde para a realização dos exames. Quanto antes for realizado o diagnóstico, maiores as chances de cura.

Referências:
DUTRA, Sara. Câncer de mama em homens. Portal Pebmed, 2020. Disponível em: <https://pebmed.com.br/cancer-de-mama-em-homens/>
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Instituto Nacional de Câncer. Câncer de Mama: é preciso falar disso. Brasília, DF. 2014. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cancer_mama_preciso_falar_disso.pdf>
SALOMON, M. F. B et al. Câncer de mama no homem. Rev. Bras. Mastologia v. 25 p. 141-145. 2015. Disponível em: <https://www.mastology.org/wp-content/uploads/2015/12/MAS-v25n4_141-145.pdf>

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


Novembro Azul

 

O Brasil possui a Política Nacional de Atenção Integral da Saúde do Homem, contendo cinco eixos principais: acolhimento e acesso; saúde sexual e reprodutiva; paternidade e cuidado; doenças prevalentes na população masculina; e prevenção de violência e acidentes. Essa política objetiva promover ações que contribuam para a compreensão da realidade masculina em contextos socioculturais e político-econômicos, ampliando e melhorando o acesso dos homens aos serviços de saúde disponibilizados pelo Estado.
Novembro é o mês de conscientização do homem em relação à sua saúde. São realizadas inúmeras ações para incentivar os cuidados periódicos, como a verificação da pressão arterial, hemograma, exame de glicemia, vacinação, cálculo do índice de massa corporal – IMC e, principalmente, o exame de próstata. A função do novembro azul é alertar os homens sobre algumas doenças que os acometem e que podem ser prevenidas ou tratadas para uma melhor qualidade de vida.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer – INCA, os dois tipos de câncer mais comuns em homens são o de pele (não melanoma) e o de próstata. Ambos acometem pessoas com mais de 40 anos e tem uma porcentagem alta de recuperação, quando diagnosticados precocemente. Por isso, homens com caso de câncer na família devem se consultar com um urologista a partir dos 45 anos, pela possibilidade de ser do grupo de risco, e homens sem casos de câncer na família devem se consultar, anualmente, a partir dos 50 anos.
Além dos exames para a prevenção do câncer e outras doenças, a equipe de saúde esclarece dúvidas e fornece orientações para a melhoria da saúde, tanto física quanto mental, promovendo o bem-estar dos homens.

Referências:

MINISTÉRIO DA SAÚDE, Biblioteca Virtual em Saúde. Novembro Azul promove conscientização sobre cuidados com a saúde masculina. Brasília, DF, 2018. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/ultimas-noticias/2842-novembro-azul-promove-conscientizacao-sobre-cuidados-com-a-saude-masculina>
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde do Homem: promoção e prevenção à saúde integral do homem. Brasília, DF. Disponível em: <http://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-do-homem>
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Instituto Nacional de Câncer. Câncer de Próstata. Brasília, DF, 2020. Disponível em: <https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-prostata>
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Instituto Nacional de Câncer. Câncer de Pele Não Melanoma. Brasília, DF, 2020. Disponível em: <https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-pele-nao-melanoma>

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


16/11 – Dia Nacional de Atenção a Dislexia

 

A dislexia é uma doença genética e neurobiológica, com alterações no sistema nervoso cerebral. Esse transtorno é caracterizado por dificuldades no reconhecimento das letras, na decodificação e soletração de palavras, causando uma dificuldade na leitura e na escrita, mantendo a inteligência e a aprendizagem preservadas. Provoca prejuízos desde a alfabetização até a idade adulta, afetando de 3 a 10% das crianças.
Os sintomas aparecem na fase da alfabetização ou nos primeiros anos do ensino fundamental, através da lentidão na leitura de palavras, influenciando na compreensão de grandes textos. A dislexia pode ser dividida em três tipos:
· Predominantemente visual: na qual há inversões ou omissões de letras, sílabas, palavras, frases, aglutinação de palavras na frase, dificuldade com coordenação e ritmo, espelhamento de números e letras.
· Predominantemente fonológica: troca letras que representam sons surdos/sonoros (p/b, t/, k/g, f/v, x/j, s/z), troca arquifonemas, troca vogais e nasais, dificuldades de produção de texto com sequência lógica, detecção de sons e ritmos.
· Dislexia mista: junção das características já mencionadas nas categorias anteriores.

Não existem exames clínicos que comprovem a dislexia, por isso é necessária uma equipe multidisciplinar para diagnóstico e também para o tratamento. O tratamento é longo e demanda persistência da criança, dos profissionais e dos pais da criança para buscar e criar elementos para que o processo de aprendizagem seja saudável e prazeroso.

Referências:
LEMOS, Jéssica. Dislexia: é preciso entender e intervir neste transtorno de aprendizagem. Revista Khóra, vol 3, n 4. 2016. Disponível em: https://docplayer.com.br/28674926-Dislexia-e-preciso-entender-e-intervir-neste-transtorno-de-aprendizagem.html
ERP, UGB et al. DISLEXIA: Uma Maneira Diferente de Aprender. Episteme Transversalis, [S.l.], v. 8, n. 2, abr. 2018. ISSN 2236-2649. Disponível em: <http://revista.ugb.edu.br/ojs302/index.php/episteme/article/view/870>

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.

Diabetes

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão


Novembro Azul 

 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. Trata-se de um câncer que cerca de 75% dos casos ocorrerem a partir dos 65 anos e desta forma é considerado um câncer de terceira idade.
A próstata é uma glândula que fica na parte inferior do abdômen do homem, abaixo da bexiga, envolve a porção inicial da uretra e é responsável por produzir parte do sêmen. Alguns tumores podem crescer rapidamente e espalhar para outros órgãos, mas a maioria cresce de forma lenta, levando cerca de 15 anos para atingir 1cm3.
Todos os homens a partir de 50 anos e aqueles que tenham histórico familiar a partir dos 45 anos devem ir ao urologista para realizar o exame diagnóstico anualmente, mesmo sem nenhum sintomas. Os principais fatores de risco da doença são a idade, familiares próximos com câncer antes dos 60 anos (pai ou irmão) e excesso de gordura corporal. A exposição a aminas aromáticas, arsênio, produtos de petróleo, motor de escape de veículos e fuligem também estão associadas ao câncer de próstata.
Os sintomas principais são a dificuldade de urinar, a diminuição do jato de urina, a necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite e sangue na urina. A detecção pode ser feita por meio de uma combinação do exame físico e os exames laboratoriais.
Alguns homens possuem uma resistência em realizar o exame de toque, porém, ele é rápido e indolor. A localização da glândula favorece para que o médico consiga palpar e perceber se há caroços ou tecidos endurecidos. O exame de sangue avalia a dosagem do PSA (antígeno prostático específico), que está elevado nos pacientes com câncer. A biópsia é realizada para a confirmação do câncer.
Na doença localizada somente na próstata, o tratamento pode ser cirurgia, radioterapia ou uma observação vigilante. Se for localmente avançada, em regiões próximas da glândula, oferece-se a possibilidade de cirurgia, radioterapia e também um tratamento hormonal. E, se for metastática, quando já espalhou para outras partes do corpo, o tratamento é hormonal. O tratamento é individualizado e definido, pelo paciente e o médico, após discussão dos riscos e benefícios de cada um, levando-se em consideração vários aspectos do homem, como por exemplo, estado de saúde atual, estágio da doença e expectativa de vida.

Referências:
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Instituto Nacional de Câncer. Câncer de próstata. Brasil, 2020. Disponível em: <https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-prostata>
MINISTÉRIO DA SAÚDE, Biblioteca Virtual em Saúde. Novembro Azul: mês mundial de combate ao câncer de próstata. Brasil, 2017. Disponível em: < https://bvsms.saude.gov.br/ultimas-noticias/2535-novembro-azul-mes-mundial-de-combate-ao-cancer-de-prostata>

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


1° de Dezembro – Dia Internacional da Luta contra AIDS

 

Créditos: Isabella Fusculim, bolsista de extensão.


Defesa contra vírus respiratórios: A Teoria do Queijo Suíço

 

O queijo suíço é conhecido por ser cheio de furos. 🧀
James Reason elaborou uma teoria baseada na imagem 🧀 desse queijo, também conhecida por “teoria do queijo suíço.”
🧀
Essa teoria analisa erros e incidentes em relação à segurança do paciente.
🧀
De acordo com a teoria de Reason, existem barreiras que impedem a ocorrência de danos.
🧀
Mesmo que essas barreiras sejam consolidadas, cada uma delas possui um ponto fraco não intencional, representado pelos buracos das fatias do queijo suíço.
🧀
Quando, por acaso, todos os buracos ficam alinhados, as falhas acontecem e os danos acabam acontecendo.
🧀
Com a COVID-19, as fatias do queijo podem ser consideradas as intervenções utilizadas para prevenir a propagação do vírus.
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Entre essas intervenções há: o isolamento e distanciamento social, o rastreamento dos doentes e assintomáticos, o toque de recolher, o uso da máscara e a higiene adequada das mãos.
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Quanto melhor a adesão às intervenções, maior é a possibilidade de não propagação e contaminação com o vírus e ausência de doença.
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Entretanto, a quantidade de intervenções não garante a não contaminação, apenas aumenta a probabilidade de prevenir esse contato.
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Referências:
Imagem utilizada do site: https://www.reddit.com/r/coronabr/comments/jebnov/a_pedido_de_algumas_pessoas_na_sub_eu_traduzi_o/
COSTA, Alexia. Instituto Brasileiro para Excelência Em Saúde. O que é a Teoria do Queijo Suíço? 2017. Disponível em: http://www.ibes.med.br/o-que-e-teoria-queijo-suico-por-alexia-costa/
INSTITUTO BRASILEIRO PARA SEGURANÇA DO PACIENTE. A teoria do queijo suíço na construção de barreiras aos erros em saúde. 2020. Disponível em: https://www.segurancadopaciente.com.br/protocolo-diretrizes/a-teoria-do-queijo-suico-na-construcao-de-barreiras-aos-erros-em-saude/

Créditos: Alessandra Larissa de Oliveira, bolsista de extensão.


 

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